RELEASE - LUY AZEVEDO - LAST LIGHT
LUY AZEVEDO
Last Light — A música como caminho entre a guitarra e a
experiência humana
Nascido em 1980, no interior de São Paulo, Luy
Azevedo construiu sua trajetória musical entre suas raízes e a intensa
cena cultural da capital paulista. Sua relação com a música começou ainda na
infância, cercado pelo incentivo dos pais, apaixonados por música, e pela
influência do avô materno, colecionador de discos de vinil. Foi nesse ambiente
que nasceu sua curiosidade e, posteriormente, sua paixão pela guitarra.
Aos 9 anos, iniciou os primeiros estudos de violão com
seu pai. Em 1995, começou a estudar guitarra com Luis Amadeus,
com quem permaneceu por três anos. A partir daí, aprofundou sua formação por
meio de workshops, aulas particulares e estudos com importantes músicos e
professores da cena brasileira.
Em 2001, iniciou sua formação musical na Faculdade
Santa Cecília (FASC-Música), onde estudou com Cléber Assumpção.
Posteriormente, teve aulas particulares com Sydnei Carvalho,
em São Paulo. Após um período dedicado aos palcos e à atuação profissional,
retomou sua formação acadêmica em 2011, cursando Licenciatura em Música
pela UNIMES.
Ao longo dessa trajetória, a música instrumental
tornou-se uma de suas principais expressões artísticas. Sua linguagem musical
foi construída a partir do encontro entre diferentes universos, como o rock, o
blues, a música brasileira, o jazz e a black music. Essa diversidade de
referências contribuiu para uma abordagem que procura equilibrar técnica,
musicalidade e expressão.
A experiência profissional também teve papel fundamental
na formação de seu estilo. Luy integrou e participou de diferentes projetos e
bandas, entre eles Santacrüz, Epthe, Allgroove, Guilessa, Rafinha
Acústico e Blackommodoro. Ao longo dos anos, dividiu palcos e
trabalhos com diversos artistas e músicos da cena brasileira e internacional,
entre eles Bira (Jô Soares), J. J. Jackson, Will Marques (O Teatro Mágico),
Osmar Barutti (Jô Soares), Izzy Gordon, Higor Rocha (Ídolos 2011), Jadiel
(Banda Black Rio), André Mota (Maloka Chic e Paula Lima), Paulo Meyer, Junior
Meirelles (The Voice Brasil), Dani Montuori (The Voice Brasil), Dom Paulinho
Lima, Alissa Sanders, Leo Maia, Vinícius Zanin (The Voice Brasil), Leandro
Buenno (The Voice Brasil), Kall Medrado (The Voice Brasil), Tony Gordon, Luana
Camarah (Banda Malta), Rafaela Faria (The Voice Brasil), Julinho Marassi e
Gutemberg, Renato Teixeira, Fernando Anitelli (O Teatro Mágico), Zeider (Planta
& Raiz) e Kiko Loureiro, entre outros.
Paralelamente à carreira artística, Luy atua como professor
de guitarra desde 1998. O ensino tornou-se uma extensão natural de sua
busca constante pelo conhecimento, mantendo seus estudos, pesquisas e práticas
musicais em permanente evolução.
Sua atuação como educador e pesquisador também o levou a
colaborar com a revista Cover Guitarra, em 2010, como
transcritor, além de participar do projeto Guitar Experience,
ao lado de importantes nomes da guitarra brasileira.
Atualmente, Luy desenvolve diferentes projetos musicais,
transitando entre a música instrumental, o jazz, a música brasileira, o pop e o
rock. Entre seus trabalhos estão o Duo Luy Azevedo e Matheus Souza,
com repertório voltado ao jazz e às brasilidades; a Banda Outs,
dedicada ao rock nacional e internacional; e a Confraria Musical,
voltada à música pop. Também desenvolve sua carreira solo, realizando shows,
workshops e trabalhos autorais.
Como guitarrista, compositor e produtor musical, Luy
Azevedo segue explorando as possibilidades do instrumento e da composição,
buscando unir técnica, experiência e emoção em uma linguagem própria. Para Luy,
a técnica não é um fim em si mesma, mas uma ferramenta a serviço da expressão e
da música.
É dessa busca que nasce Last Light, seu
novo álbum instrumental, lançado em setembro de 2026.
Last Light — uma jornada pela experiência humana
Mais do que uma coleção de músicas instrumentais, Last
Light foi concebido como uma jornada. O disco percorre diferentes momentos
da experiência humana, como descobertas, infância, família, amadurecimento,
conflitos, entrega, transformação e transcendência, até chegar àquilo que
permanece quando todas as outras coisas parecem desaparecer.
A guitarra ocupa naturalmente um lugar central nessa
narrativa, mas não funciona apenas como instrumento de demonstração técnica. Em
Last Light, ela assume diferentes papéis: em alguns momentos conduz;
em outros, questiona, acompanha, confronta ou simplesmente contempla. Melodia e
atmosfera caminham lado a lado, enquanto elementos de rock, música
instrumental, arranjos orquestrais e passagens mais contemplativas constroem a
identidade sonora do álbum.
O conceito do álbum está relacionado à ideia de “Last
Light” — a última luz.
A expressão não representa simplesmente o fim de alguma
coisa. Ela aponta para aquilo que permanece. Para a luz que continua existindo
mesmo depois que outras referências deixam de fazer sentido.
No universo conceitual do álbum, essa luz encontra uma
relação direta com o amor, mas não necessariamente apresentado de maneira
literal ou romântica. Trata-se de uma ideia mais ampla: aquilo que conecta,
transforma e permanece quando o ego, os conflitos e as circunstâncias perdem
sua força.
Essa perspectiva também estabelece uma ponte com temas
espirituais e filosóficos presentes na obra, especialmente conceitos
relacionados à tradição védica e à percepção de uma realidade
que vai além da identidade individual.
Por isso, Last Light não procura contar uma
história linear. Suas 11 faixas funcionam como diferentes capítulos de
uma jornada interior.
Entre o virtuosismo e a emoção
Um dos aspectos fundamentais de Last Light está
no equilíbrio entre a linguagem da guitarra instrumental e a necessidade de
contar algo através dela.
A técnica está presente. Há momentos de maior
intensidade, passagens mais pesadas, solos e construções que dialogam
diretamente com a tradição dos grandes guitarristas do rock instrumental.
Mas o objetivo não é transformar cada música em uma
demonstração de habilidade.
A guitarra precisa servir à narrativa.
Essa escolha faz com que o álbum transite por diferentes
estados emocionais. Há momentos de energia, tensão e força, mas também espaço
para fragilidade, nostalgia, contemplação e silêncio.
O contraste entre essas atmosferas é parte essencial da
identidade de Last Light.
Produção
Além de intérprete e compositor, Luy Azevedo assume um
papel central na produção do álbum. Essa participação permite que a identidade
musical seja construída não apenas através das composições, mas também pelas
escolhas de timbre, arranjo, dinâmica e sonoridade.
As guitarras ocupam posição de destaque, mas dividem o
espaço com teclados, baterias, baixo, elementos orquestrais e diferentes
camadas atmosféricas.
A produção procura preservar o impacto da guitarra sem
perder a dimensão emocional das composições.
O resultado é um álbum que pode ser apreciado tanto pela
perspectiva do músico e guitarrista, atento aos timbres, arranjos e execução,
quanto pelo ouvinte que simplesmente deseja acompanhar uma jornada instrumental
sem a necessidade de palavras.
Uma obra sobre aquilo que permanece
Em última instância, Last Light fala sobre
permanência.
Sobre tudo aquilo que atravessamos ao longo da vida e
sobre o que permanece depois que essas experiências passam.
A infância fica para trás. A adolescência se transforma
em memória. Os conflitos mudam de forma. As certezas são questionadas. O ego
perde espaço. A necessidade de controlar tudo começa a ceder.
E, no final dessa trajetória, resta a possibilidade de
reconhecer uma luz que sempre esteve presente.
É nesse sentido que o título ganha sua dimensão mais
profunda.
Last Light não é necessariamente a luz do
fim.
É a luz que permanece quando todas as outras
luzes se apagam.
E talvez seja justamente por isso que um álbum
essencialmente instrumental consiga dizer tanto sem precisar de palavras.
Last Light — Ficha do álbum
Artista: Luy Azevedo
Álbum: Last Light
Lançamento: Setembro de 2026
Formato: Álbum instrumental
Número de faixas: 11
Produção: Luy Azevedo
Mixagem: Luy Azevedo & José Walter
© 2026 Luy Azevedo. All Rights Reserved.

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